Consumo aparente caiu cerca de 8% em 2022, voltando às médias pré-pandemia; para este ano, setor espera alta de 1%

As empresas produtoras de aço na América Latina esperavam que 2022 mantivesse o mesmo nível de demanda observado em 2021, considerado o melhor ano para a atividade na região. Mas as expectativas começaram a se frustrar logo nos primeiros meses, com a deflagração da guerra entre Rússia e Ucrânia. Depois, o movimento de aperto monetário nas principais economias globais trouxe um cenário recessivo que afastou de vez a projeção de um consumo maior, tendência que continua em 2023.

“A previsão era de aumento no consumo, mas ela foi ‘virando’ ao longo do ano por causa dos problemas externos. O ano que tinha a expectativa de ser bom ficou na média”, reconhece Alejandro Wagner, diretor-executivo da Associação Latino-Americana do Aço (Alacero), fórum que reúne mais de 60 empresas do setor na região, como Gerdau (GGBR4), Usiminas (USIM5) e ArcelorMittal.

Fonte: https://www.infomoney.com.br/

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