Ao longo de quase seis décadas, a instituição expandiu seu portfólio para oferecer soluções a estudantes, profissionais e empresas em todas as etapas da trajetória profissional

Quando o IEL Paraná foi criado, em 1969, as profissões, as relações de trabalho e as formas de contratação eram diferentes das atuais. Nesta sexta-feira (21), o instituto celebra 57 anos de atuação em um contexto marcado por novas competências, tecnologias e expectativas do setor produtivo. 

Como braço de empregabilidade do Sistema Fiep, o IEL reúne soluções que abrangem desde a preparação de jovens talentos até o apoio às organizações na atração de pessoas, formação de equipes e projetos de inovação. Entre as iniciativas consolidadas estão os programas de Estágio, Trainee e Aprendizagem, a Academia de Talentos, o Talento Inovação, a Jornada na Indústria e o Prêmio IEL. 

Os dados do último ano ajudam a dimensionar essa presença. Em 2025, mais de 4 mil talentos foram inseridos na indústria por meio dos programas do IEL Paraná. Também foram realizadas 300 ações de relacionamento com instituições de ensino, que contribuíram para aproximar estudantes das oportunidades de carreira e para o registro de 24 mil novos currículos em sua base. 

Ao mesmo tempo em que mantém programas que fazem parte de sua trajetória, o IEL adapta suas entregas às habilidades mais valorizadas, aos perfis buscados pelas empresas e às mudanças provocadas pela tecnologia nas relações de trabalho. A proximidade com jovens, profissionais, instituições de ensino e o setor produtivo contribui para identificar essas demandas e aproximar quem procura uma vaga de quem precisa contratar. 

De acordo com Alessandro de Castro, superintendente do IEL Paraná, manter-se atento ao mercado é parte dessa trajetória. “Uma instituição com quase seis décadas de história precisa aliar maturidade e capacidade de escuta. As expectativas de quem inicia a vida profissional são outras, as empresas buscam competências distintas e a tecnologia transformou as relações. Nosso papel é compreender essa evolução e avançar na mesma velocidade”, destaca. 

A adaptação ao longo do tempo ajuda a explicar a relevância do IEL. “O contexto de 1969 era outro. Chegar aos 57 anos reafirma que nossa essência permanece sólida, mas a forma de gerar valor precisa evoluir com o setor produtivo. É essa postura transformadora que nos mantém em constante movimento”, conclui Alessandro. 

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