Jornada Sesi ESG apoia indústrias na construção de uma agenda de sustentabilidade conectada à realidade e à estratégia de cada negócio

Falar sobre sustentabilidade, responsabilidade social e governança já faz parte da realidade de muitas empresas. O desafio está em transformar esses compromissos em decisões, processos e ações que estejam conectados ao negócio e façam sentido para a realidade de cada organização.

É nesse caminho que atua a Jornada Sesi ESG, iniciativa do Sesi Paraná que apoia indústrias na estruturação e evolução de sua agenda ESG, a partir de um processo planejado que envolve diagnóstico, definição de prioridades, implementação de ações e acompanhamento de resultados.

A proposta parte de uma premissa importante: não existe uma única receita para avançar em ESG. Cada indústria possui características, desafios, nível de maturidade e prioridades diferentes. Por isso, o primeiro passo é compreender onde a organização está para, então, definir onde quer chegar.

Primeiro, entender onde a empresa está

Antes de estabelecer metas ou definir novas iniciativas, é preciso conhecer a realidade da organização.

O diagnóstico é uma etapa fundamental da Jornada Sesi ESG, pois permite identificar práticas já existentes, pontos de atenção e oportunidades de evolução nos aspectos ambientais, sociais e de governança.

Esse olhar ajuda a empresa a reconhecer o que já faz, evitar ações isoladas e compreender quais temas são mais relevantes para sua estratégia e para seus públicos de relacionamento.

“A jornada ESG começa pelo conhecimento da própria realidade. Antes de definir onde queremos chegar, precisamos entender quais práticas já existem, quais são os desafios e quais oportunidades podem gerar impacto para a empresa e para a sociedade”, conta Fernanda Favoratto, consultora líder técnica da Jornada Sesi ESG.

ESG não é só meio ambiente

Quando o assunto ESG aparece, é comum que a primeira associação seja com questões ambientais. A sigla, no entanto, reúne três dimensões que precisam ser observadas de forma integrada.

O E, de Environmental, envolve temas como gestão de recursos, resíduos, emissões, energia e mudanças climáticas. O S, de Social, está relacionado às pessoas, às relações de trabalho, à diversidade, à inclusão, à saúde e à relação com as comunidades. Já o G, de Governance, contempla aspectos como ética, transparência, integridade, gestão e processos de tomada de decisão.

Na prática, essas dimensões se relacionam.

Uma empresa pode, por exemplo, reduzir seu impacto ambiental e, ao mesmo tempo, avaliar como seus processos afetam trabalhadores e comunidades. Da mesma forma, boas práticas socioambientais precisam estar acompanhadas de mecanismos de governança que garantam sua continuidade.

“ESG não deve ser tratado como três agendas separadas. As dimensões ambiental, social e de governança se relacionam e precisam estar conectadas à estratégia e às decisões da empresa”, explica Fernanda.

Da intenção para o plano de ação

Depois de compreender a situação atual, chega o momento de definir prioridades e transformar informações em ações.

A Jornada Sesi ESG apoia a empresa na construção de um planejamento estruturado, considerando seus objetivos, recursos e nível de maturidade.

A partir de prioridades claras, é possível estabelecer metas, responsáveis, prazos e indicadores para acompanhar a evolução. Dessa forma, ESG deixa de ficar restrito a discursos ou iniciativas pontuais e passa a integrar processos e decisões da organização.

Como medir se a empresa está evoluindo?

Uma estratégia ESG precisa ser acompanhada ao longo do tempo.

Indicadores permitem verificar se as ações planejadas estão sendo executadas, quais resultados estão sendo alcançados e onde é necessário fazer ajustes. Também ajudam a identificar novas oportunidades que podem surgir durante o processo.

Mais do que medir resultados, essas informações contribuem para orientar decisões e os próximos passos da organização.

De acordo com Aline Calefi, Gerente de Responsabilidade Social do Sesi Paraná: “não basta implementar uma ação e considerar que o trabalho terminou. O acompanhamento e os indicadores permitem entender o que mudou, quais resultados foram alcançados e onde ainda existem oportunidades de melhoria”.

ESG como parte da estratégia

Incorporar ESG à gestão significa ampliar o olhar sobre os impactos, responsabilidades, riscos e oportunidades relacionados à atuação da organização e transformar esse olhar em decisões concretas.

Para a indústria, esse movimento pode contribuir para fortalecer processos, antecipar desafios, aprimorar práticas e construir relações mais consistentes com trabalhadores, fornecedores, clientes, comunidades e demais públicos.

A jornada começa com um diagnóstico. Mas o propósito é avançar até o momento em que ESG deixe de ser uma agenda paralela e passe a fazer parte da própria forma de fazer negócios.

Conheça a Jornada Sesi ESG

A Jornada Sesi ESG apoia as indústrias em diferentes estágios de evolução na gestão dos aspectos ambientais, sociais e de governança. A metodologia é estruturada em cinco etapas, reconhecidas por meio dos Selos Sesi ESG:

ESG em Foco → ESG em Prática → ESG Materialidade → ESG Estratégico → ESG Transformação

Ao longo da jornada, a empresa avança na compreensão de sua realidade, no engajamento da liderança, na definição de prioridades, no estabelecimento de metas e indicadores, no acompanhamento de resultados e na integração do ESG à estratégia do negócio, com apoio de diagnósticos e mentorias especializadas.

Quer saber como participar?

Acesse e participe da Jornada Sesi ESG

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